sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Minhas pernas doem,deve ser pelo caminho andado,o frio acentua o rangido dos ossos.
Não vou falor de amor, afinal, essa palavra ja me foi deflagrada, a decadas.Agora estou sozinho,ando sozinho,falo sozinho,durmo,respiro,morro.inclusive por mim, ja não sinto mais nada,não sei o que faço por aqui,não discuto ,não duvido,não opino.meu fim não está próximo,ainda estarei por aqui durante séculos e mais séculos,mas não se preocupe não te encomodarei, não vou gritar,nem xingar,apenas susurrarei no seu ouvido minhas eternas lembranças.Não quero ficar sozinho.

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