sábado, 13 de novembro de 2010

Crítica à razão do viver.

Não sei por onde anda minha mente,
acho que a perdi em algum momento dos lá para os sete anos de idade
e não sabia distinguir se o que vivia era sonho ou realidade,na verdade
na demais aconteceria,mas o simples fato de não acreditar no que via,
o simples fato de achar que toda tua vida era mentira ja foi o bastante.
Ao longo do tempo não fui dando importância aos que os outros davam,
primeiro isso ,primeiro aquilo,sempre percebi que essas coisas eram como
café da manha.você decide se você quer ou não.Nunca liguei para o status quo,
talvez tenha até sido egoismo demasiado da minha parte,não me preocupar com o
que os outros achavam de mim, e do que eu não fazia.
Hoje,sinto-me perdido na matematica do destino,que não tem formula que calcule a exatidão
e convêniencia das seguidas coisas que acontecem.Não sei se a culpa é minha,ou mesmo se existe
culpa.Entretanto sei que me encontro feliz,pelos dias de hoje Por ter o que tenho,todo esse amor
e abrangencia de coisas rápidas que acontecem,que mesmo contradizendo todo senso de alguma
ciencia ou comunidade existente.Sinto me completo.Um pouco dolorido pela resitencia,Mas totalmente Completo

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